Lei 14.811/2024 · art. 59-A do ECA

Quem cuida das crianças da sua igreja tem certidão?

Desde 2024, o art. 59-A do ECA obriga estabelecimentos educacionais e similares a manter certidão de antecedentes de todos os colaboradores que trabalham com crianças — receba a instituição dinheiro público ou não. Igreja com Escola Dominical, grupo de jovens ou coral infantil está aí dentro, e voluntário conta igual a contratado. O Guardião verifica, cobra a renovação e guarda a prova.

Consulta bloqueada sem consentimento assinado · CPF mascarado nas telas · dados guardados em banco no Brasil (LGPD).

O que mudou

A pergunta agora tem que ter resposta.

A Lei 14.811 acrescentou o art. 59-A ao Estatuto da Criança e do Adolescente. O caput fala em instituições que recebem recurso público — e é aí que muita gente para de ler. Mas o parágrafo único vai adiante e alcança “os estabelecimentos educacionais e similares, públicos ou privados, que desenvolvem atividades com crianças e adolescentes, independentemente de recebimento de recursos públicos”. É esse parágrafo que coloca a igreja com trabalho infantil dentro da regra.

Todos

Voluntário conta igual

A lei diz “todos os seus colaboradores”, sem separar contratado de voluntário. Professor da Escola Dominical, líder de jovens, regente do coral infantil, monitor de acampamento, desbravador, equipe de projeto social: quem fica com a criança entra na lista.

6 meses

E de novo em seis meses

O próprio artigo fixa a atualização a cada seis meses. Não é praxe de mercado, é o texto da lei — e uma certidão tirada em 2024 não diz nada sobre hoje.

Omissão

Quem não conferiu responde

Se algo acontecer, a pergunta será se a instituição checou. Sem a certidão arquivada, a liderança fica exposta a responsabilização civil e criminal por negligência, a pedido de indenização e ao dano que nenhuma delas repara: a confiança da comunidade.

§
Não precisa mexer no estatuto. A lei não manda alterar o estatuto da igreja. O que muda é procedimento: passar a exigir a certidão no cadastro de todo voluntário e funcionário, e manter a ficha atualizada. É exatamente isso que o Guardião organiza.
Como funciona

Seis passos, e o sistema toca sozinho a partir do quinto.

Sem termo de consentimento assinado, o sistema não consulta. Essa trava não tem botão para desligar, nem para você nem para nós.

01

Cadastro

Nome e telefone. O sistema devolve um link para você mandar no WhatsApp.

02

A pessoa assina

Ela abre no celular, preenche os dados e aceita o termo. Ficam guardados a data, o endereço de rede e o teor exato do texto assinado naquele dia.

03

Verificação

Aí sim o sistema procura nas fontes públicas pelo CPF.

04

Certidões

Polícia Federal e Justiça Federal saem sozinhas. A do tribunal estadual é automática em alguns estados; nos outros o sistema abre o site certo e você anexa.

05

O prazo é vigiado

Ao abrir o painel, o que está perto de vencer aparece primeiro. Você não controla datas em planilha.

06

Comprovante

Uma folha com a situação da equipe inteira, pronta para imprimir ou salvar em PDF.

← arraste para ver os 6 passos
E recomeça em seis meses. Todo dia o sistema confere os prazos e refaz sozinho a verificação de quem entrou nos 30 dias finais. Colaborador eventual é verificado uma vez, para o período em que atua.
Duas voluntárias de colete, abraçadas e sorrindo
Quem serve Recebe um link no celular, confere os próprios dados e assina o termo. Leva poucos minutos e não precisa ir a lugar nenhum.
Mulher trabalhando em um computador de escritório
Quem organiza Acompanha pelo painel quem já assinou, quem está em dia e o que vence primeiro. Não precisa cobrar de cabeça nem controlar em planilha.
O que você ganha

O que você encontra dentro.

Painel de conformidade

Quem está em dia, quem vence este mês, quem ainda não assinou o termo. Cada situação é um cartão que você clica para ver os nomes.

Certidões organizadas

Cada pessoa com os documentos dela, a data de validade e o PDF para baixar. O painel destaca o que vence primeiro.

Comprovante em PDF

Uma folha com a situação da equipe e outra com o histórico de cada pessoa, prontas para imprimir ou salvar em PDF. Se alguém pedir explicação, está tudo ali.

Termo digital assinado

A pessoa lê e aceita no próprio celular. O texto assinado fica guardado como estava naquele dia.

Histórico completo

Toda consulta, toda certidão, toda alteração de cadastro fica anotada com data e autor. É o que responde a um questionamento dois anos depois.

Dados protegidos

Nas listas e nos relatórios o CPF aparece mascarado. Os dados ficam guardados em banco no Brasil, em São Paulo. Quem entra no sistema é quem a instituição autorizou. Quando o suporte do Guardião precisa entrar, o motivo e a hora ficam registrados para você ver.

Planos

Menos de cinquenta centavos por voluntário, por mês.

Assinatura anual, parcelável no cartão. Todos os planos verificam do mesmo jeito — o que muda é o tamanho da equipe.

Essencial

Igreja ou escola com uma unidade.

R$23,50/mês
R$ 282 por ano · em até 12x
  • Até 50 colaboradores
  • 1 unidade · 2 usuários no painel
  • R$ 0,47 por voluntário/mês
Contratar
Mais escolhido

Crescimento

Para quem passou dos 50 voluntários.

R$38,50/mês
R$ 462 por ano · em até 12x
  • Até 100 colaboradores
  • 2 unidades · 4 usuários no painel
  • R$ 0,39 por voluntário/mês
Contratar

Plena

Instituição grande, mais de uma unidade.

R$73,50/mês
R$ 882 por ano · em até 12x
  • Até 250 colaboradores
  • 3 unidades · 6 usuários no painel
  • R$ 0,29 por voluntário/mês
Contratar
Voluntário de um dia

Consulta avulsa, paga por pessoa

Para o Dia das Crianças, o mutirão, o acampamento. Quem serve uma vez é verificado igual à equipe fixa e assina o mesmo termo — mas não ocupa vaga do plano nem entra na renovação de seis meses. Você compra pelo painel, quando precisar.

Rede ou denominação

Acima de 250 pessoas

Várias igrejas, colégios com mais de uma sede, convenções. O teto e o preço são acordados em contrato, e cada unidade continua com o painel dela.

Pedir uma proposta ›

Cada colaborador é verificado duas vezes por ano, no ciclo de seis meses que a lei fixa. Certidões da Polícia Federal, Justiça Federal, Polícia Civil e Tribunal de Justiça dos estados onde a pessoa morou.

Perguntas frequentes

O que perguntam antes de assinar.

A lei vale mesmo para igreja, ou só para escola?

Vale. O caput do art. 59-A fala em instituições que recebem recurso público, e é aí que muita gente para de ler. Mas o parágrafo único vai adiante e alcança “os estabelecimentos educacionais e similares, públicos ou privados, que desenvolvem atividades com crianças e adolescentes, independentemente de recebimento de recursos públicos”. Igreja com Escola Dominical, grupo de jovens ou coral infantil está aí dentro, receba ou não dinheiro público.

Voluntário também precisa, ou só quem é contratado?

Também. A lei diz “todos os seus colaboradores”, sem separar contratado de voluntário — e faz sentido: a tia do berçário tem o mesmo acesso às crianças que um funcionário.

Na prática entram professor da Escola Dominical, líder de jovens, regente do coral infantil, monitor de acampamento, desbravador, motorista da van e equipe de projeto social. Quem fica com a criança entra na lista.

Precisamos mudar o estatuto da igreja?

Não. A lei não manda alterar estatuto, e não precisa de assembleia. O que muda é procedimento: passar a exigir a certidão no cadastro de todo voluntário e funcionário, e manter a ficha atualizada. É exatamente isso que o Guardião organiza.

O sistema busca todas as certidões sozinho?

Depende do estado, e é melhor você saber disso agora do que no primeiro cadastro.

Polícia Federal e Justiça Federal saem sozinhas em todo o país. A certidão do tribunal estadual sai automática em 12 dos 27 estados — entre eles São Paulo, Rio, Bahia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso e o Distrito Federal. Nos demais, incluindo Minas Gerais e Paraná, o sistema abre o site certo do tribunal e você anexa o documento.

Mesmo nos estados onde você anexa, o que a igreja não tem hoje continua resolvido: o termo assinado com data e hora, o controle de quando cada certidão vence, o aviso antes do prazo e o comprovante pronto para apresentar.

De quanto em quanto tempo precisa refazer?

A cada seis meses — o prazo está escrito no próprio artigo, não é praxe de mercado. Uma certidão tirada em 2024 não diz nada sobre hoje.

Você não precisa controlar isso: o sistema confere os prazos todo dia e refaz sozinho a verificação de quem está entrando no vencimento. O que está perto de vencer aparece primeiro quando você abre o painel.

Quem enxerga os dados dos nossos voluntários?

Só quem a instituição autorizar. Cada igreja enxerga apenas a própria equipe, o CPF aparece mascarado nas listas e nos relatórios, e os dados ficam guardados em banco no Brasil, em São Paulo.

Nada é consultado sem o termo assinado pela pessoa — e essa trava não tem botão para desligar, nem para você nem para nós. Quando alguém do suporte do Guardião precisa entrar na sua base, o motivo e a hora ficam registrados para você ver.

E se um voluntário não quiser assinar o termo?

Sem assinatura, o sistema não consulta — ponto. O que fazer com quem recusa é decisão da instituição, não do sistema: o Guardião não classifica ninguém e não recomenda desligamento. Ele mostra o que os órgãos oficiais responderam e registra quem decidiu o quê, com data.

Dá para começar pequeno?

Dá, e é o que a maioria faz: começa pela equipe do infantil, que é onde o risco é maior, e vai crescendo para os outros ministérios. A assinatura é anual e parcelável no cartão, e você pode trocar de plano quando a equipe crescer.

Consentimento na base Nada é consultado sem o termo assinado.
CPF protegido Mostrado sempre de forma mascarada.
Sem rótulos A decisão é sempre da instituição.
No padrão do art. 59-A Construído sobre o que o ECA pede.
Comece agora

Comece pela sua equipe do infantil.

Cadastre as pessoas, mande os links do termo e deixe o sistema verificar. Dá para começar por um ministério só e ir crescendo.