Essencial
Igreja ou escola com uma unidade.
- Até 50 colaboradores
- 1 unidade · 2 usuários no painel
- R$ 0,47 por voluntário/mês
Desde 2024, o art. 59-A do ECA obriga estabelecimentos educacionais e similares a manter certidão de antecedentes de todos os colaboradores que trabalham com crianças — receba a instituição dinheiro público ou não. Igreja com Escola Dominical, grupo de jovens ou coral infantil está aí dentro, e voluntário conta igual a contratado. O Guardião verifica, cobra a renovação e guarda a prova.
Consulta bloqueada sem consentimento assinado · CPF mascarado nas telas · dados guardados em banco no Brasil (LGPD).
A Lei 14.811 acrescentou o art. 59-A ao Estatuto da Criança e do Adolescente. O caput fala em instituições que recebem recurso público — e é aí que muita gente para de ler. Mas o parágrafo único vai adiante e alcança “os estabelecimentos educacionais e similares, públicos ou privados, que desenvolvem atividades com crianças e adolescentes, independentemente de recebimento de recursos públicos”. É esse parágrafo que coloca a igreja com trabalho infantil dentro da regra.
A lei diz “todos os seus colaboradores”, sem separar contratado de voluntário. Professor da Escola Dominical, líder de jovens, regente do coral infantil, monitor de acampamento, desbravador, equipe de projeto social: quem fica com a criança entra na lista.
O próprio artigo fixa a atualização a cada seis meses. Não é praxe de mercado, é o texto da lei — e uma certidão tirada em 2024 não diz nada sobre hoje.
Se algo acontecer, a pergunta será se a instituição checou. Sem a certidão arquivada, a liderança fica exposta a responsabilização civil e criminal por negligência, a pedido de indenização e ao dano que nenhuma delas repara: a confiança da comunidade.
Sem termo de consentimento assinado, o sistema não consulta. Essa trava não tem botão para desligar, nem para você nem para nós.
Nome e telefone. O sistema devolve um link para você mandar no WhatsApp.
Ela abre no celular, preenche os dados e aceita o termo. Ficam guardados a data, o endereço de rede e o teor exato do texto assinado naquele dia.
Aí sim o sistema procura nas fontes públicas pelo CPF.
Polícia Federal e Justiça Federal saem sozinhas. A do tribunal estadual é automática em alguns estados; nos outros o sistema abre o site certo e você anexa.
Ao abrir o painel, o que está perto de vencer aparece primeiro. Você não controla datas em planilha.
Uma folha com a situação da equipe inteira, pronta para imprimir ou salvar em PDF.
Quem está em dia, quem vence este mês, quem ainda não assinou o termo. Cada situação é um cartão que você clica para ver os nomes.
Cada pessoa com os documentos dela, a data de validade e o PDF para baixar. O painel destaca o que vence primeiro.
Uma folha com a situação da equipe e outra com o histórico de cada pessoa, prontas para imprimir ou salvar em PDF. Se alguém pedir explicação, está tudo ali.
A pessoa lê e aceita no próprio celular. O texto assinado fica guardado como estava naquele dia.
Toda consulta, toda certidão, toda alteração de cadastro fica anotada com data e autor. É o que responde a um questionamento dois anos depois.
Nas listas e nos relatórios o CPF aparece mascarado. Os dados ficam guardados em banco no Brasil, em São Paulo. Quem entra no sistema é quem a instituição autorizou. Quando o suporte do Guardião precisa entrar, o motivo e a hora ficam registrados para você ver.
Assinatura anual, parcelável no cartão. Todos os planos verificam do mesmo jeito — o que muda é o tamanho da equipe.
Igreja ou escola com uma unidade.
Para quem passou dos 50 voluntários.
Instituição grande, mais de uma unidade.
Para o Dia das Crianças, o mutirão, o acampamento. Quem serve uma vez é verificado igual à equipe fixa e assina o mesmo termo — mas não ocupa vaga do plano nem entra na renovação de seis meses. Você compra pelo painel, quando precisar.
Várias igrejas, colégios com mais de uma sede, convenções. O teto e o preço são acordados em contrato, e cada unidade continua com o painel dela.
Pedir uma proposta ›Cada colaborador é verificado duas vezes por ano, no ciclo de seis meses que a lei fixa. Certidões da Polícia Federal, Justiça Federal, Polícia Civil e Tribunal de Justiça dos estados onde a pessoa morou.
Vale. O caput do art. 59-A fala em instituições que recebem recurso público, e é aí que muita gente para de ler. Mas o parágrafo único vai adiante e alcança “os estabelecimentos educacionais e similares, públicos ou privados, que desenvolvem atividades com crianças e adolescentes, independentemente de recebimento de recursos públicos”. Igreja com Escola Dominical, grupo de jovens ou coral infantil está aí dentro, receba ou não dinheiro público.
Também. A lei diz “todos os seus colaboradores”, sem separar contratado de voluntário — e faz sentido: a tia do berçário tem o mesmo acesso às crianças que um funcionário.
Na prática entram professor da Escola Dominical, líder de jovens, regente do coral infantil, monitor de acampamento, desbravador, motorista da van e equipe de projeto social. Quem fica com a criança entra na lista.
Não. A lei não manda alterar estatuto, e não precisa de assembleia. O que muda é procedimento: passar a exigir a certidão no cadastro de todo voluntário e funcionário, e manter a ficha atualizada. É exatamente isso que o Guardião organiza.
Depende do estado, e é melhor você saber disso agora do que no primeiro cadastro.
Polícia Federal e Justiça Federal saem sozinhas em todo o país. A certidão do tribunal estadual sai automática em 12 dos 27 estados — entre eles São Paulo, Rio, Bahia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso e o Distrito Federal. Nos demais, incluindo Minas Gerais e Paraná, o sistema abre o site certo do tribunal e você anexa o documento.
Mesmo nos estados onde você anexa, o que a igreja não tem hoje continua resolvido: o termo assinado com data e hora, o controle de quando cada certidão vence, o aviso antes do prazo e o comprovante pronto para apresentar.
A cada seis meses — o prazo está escrito no próprio artigo, não é praxe de mercado. Uma certidão tirada em 2024 não diz nada sobre hoje.
Você não precisa controlar isso: o sistema confere os prazos todo dia e refaz sozinho a verificação de quem está entrando no vencimento. O que está perto de vencer aparece primeiro quando você abre o painel.
Só quem a instituição autorizar. Cada igreja enxerga apenas a própria equipe, o CPF aparece mascarado nas listas e nos relatórios, e os dados ficam guardados em banco no Brasil, em São Paulo.
Nada é consultado sem o termo assinado pela pessoa — e essa trava não tem botão para desligar, nem para você nem para nós. Quando alguém do suporte do Guardião precisa entrar na sua base, o motivo e a hora ficam registrados para você ver.
Sem assinatura, o sistema não consulta — ponto. O que fazer com quem recusa é decisão da instituição, não do sistema: o Guardião não classifica ninguém e não recomenda desligamento. Ele mostra o que os órgãos oficiais responderam e registra quem decidiu o quê, com data.
Dá, e é o que a maioria faz: começa pela equipe do infantil, que é onde o risco é maior, e vai crescendo para os outros ministérios. A assinatura é anual e parcelável no cartão, e você pode trocar de plano quando a equipe crescer.
Cadastre as pessoas, mande os links do termo e deixe o sistema verificar. Dá para começar por um ministério só e ir crescendo.